Processo de fabricação exclusiva em nova cerveja artesanal

31/01/2022

A Convento Cervejaria junto a Ekipo lança a Double'n Half IPA

Uma nova receita de cerveja artesanal criada para os capixabas promete mais sabor e ainda preservar o meio ambiente. Com uma colaboração da Convento Cervejaria com a Ekipo - empresa de equipamentos e soluções de sistemas de cervejas artesanais - chega ao mercado a Double'n Half IPA.

A Double'n Half IPA é feita através da reextração do lúpulo em um equipamento exclusivo que melhora a cerveja. O lúpulo - que antes era jogado fora - é novamente utilizado. "Nós passamos ele novamente na máquina, extraindo óleos essenciais e devolvendo para dentro da cerveja", explica um dos idealizadores da nova cerveja e sócio da Convento Cervejaria, Léo Leal.

"Além de você reutilizar o lúpulo e reaproveitar o máximo dos óleos essências da flor, você faz uma cerveja com mais sabor, aromática e com melhor qualidade", destaca o empresário. "E você deixa de jogar alguns elementos que ainda estão bons no meio ambiente", pontua.

Este processo foi criado pela cervejaria artesanal que fica localizada em Serra de uma maneira colaborativa com a fabricante de equipamentos cervejeiro. "Eles construíram junto conosco um equipamento próprio para fazer essa reextração do lúpulo", destaca Leal.

A Double'n Half IPA tem 7,5% de teor alcóolico e 100 de (IBU) referente ao amargor da bebida. "É sem dúvida um cerveja artesanal mais amarga, para quem aprecia o sabor apurado", explica Leal. Ela será vendida no App da Convento e no E-Commerce.

Sustentabilidade

A Convento Cervejaria está sempre atenta às exigências do consumidor, que está mais consciente e atento com as questões ambientais. Uma de suas ações é doar o bagaço do malte de cevada para alimentar as vacas leiteiras da Fazenda Itaiobaia, em Serra. "Poderíamos fazer outro tipo de descarte, mas temos preocupação com a sustentabilidade e a cadeia produtiva. Esse nos pareceu ser o melhor modo de finalizar uma das etapas de produção. Até brincamos que são vacas que se alimentam com malte importado, mas geram leite brasileiro, que viram queijos capixabas", afirma Léo Leal